O efeito do xá (ou chá?)
O capitão PM RR (reserva remunerada) IVANILDO ALVES como dublê de jornalista cultiva os traços da chamada “imprensa marrom” voltada ao sensacionalismo barato.
Apesar de sua formação castrense, professor de Direito e integrante da Academia de Letras paraense não prima pela verdade.
E ele utiliza a coluna do jornal AMAZÔNIA para externar esse lado obscuro de sua personalidade, usando da ofensa à honra alheia, difundindo informações falsas para o deleite de seu conturbado interior. Para se ter uma ideia, uma de suas obras, que inclusive lhe deu inexplicável prêmio literário, ele grafa várias vezes a palavra chá (bebida) como se fosse xá (título do soberano da antiga Pérsia), referindo-se a um personagem seu que obtém na feira do Ver-o-Peso vários tipos de ervas e cascas de pau para fazer chás.
Parece que Ivanildo fez a ingestão desses xás (sic) resultando num efeito devastador em sua cabeça.
E agora como dublê de jornalista ele se faz de leso para publicar suas diatribes. Já nos manifestamos sobre esse comportamento que parece doentio, se referindo à classe dos Delegados de Polícia.
Por onde passou Ivanildo Alves o fez de forma apagada, seja como vereador, deputado e secretário de Segurança Pública.
Não se reelegeu porque ficou desacreditado por seus eleitores, a grande maioria praças e oficias da PM, que se decepcionaram com seu desempenho pois esqueceu seus eleitores tão logo assumiu.
Como titular da Segup era como a “rainha Elizaberth”, reinava, mas não governava, apenas como figura decorativa, pois quem dava as cartas era o então secretário especial de Defesa Social, saindo dali para a Ctbel fazendo também uma gestão apagada.
Foi sintomático o objetivo de suas referências ao delegado João Moraes em sua coluna, fazendo uma alusão ao desempenho das entidades classistas da Polícia Civil que tem Moraes como presidente do Sindicato dos Delegados, para mais adiante dizer que este obteve 4 votos nas prévias do PT. Não foram 4, foram 20! E nem foram 9.000 eleitores, mas apenas 3.000.
Mas, seja qual tenha sido o número de votos, foram num contexto em que prevaleceu a manipulação, o chamado voto de curral, a força do capital e outros ingredientes que não se coadunam com o socialismo pregado pelo partido.
Parece que os chás ou xás (na grafia do escritor Ivanildo Alves) que ele ingeriu devem ter agido como alucinógeno em sua pobre cabeça.






