sábado, 28 de janeiro de 2012

Extraído do blog do Delegado Moraes

O efeito do xá (ou chá?)




O capitão PM RR (reserva remunerada) IVANILDO ALVES como dublê de jornalista cultiva os traços da chamada “imprensa marrom” voltada ao sensacionalismo barato.
Apesar de sua formação castrense, professor de Direito e integrante da Academia de Letras paraense não prima pela verdade.
E ele utiliza a coluna do jornal AMAZÔNIA para externar esse lado obscuro de sua personalidade, usando da ofensa à honra alheia, difundindo informações falsas para o deleite de seu conturbado interior.
Para se ter uma ideia, uma de suas obras, que inclusive lhe deu inexplicável prêmio literário, ele grafa várias vezes a palavra chá (bebida) como se fosse xá (título do soberano da antiga Pérsia), referindo-se a um personagem seu que obtém na feira do Ver-o-Peso vários tipos de ervas e cascas de pau para fazer chás.
Parece que Ivanildo fez a ingestão desses xás (sic) resultando num efeito devastador em sua cabeça.
E agora como dublê de jornalista ele se faz de leso para publicar suas diatribes. Já nos manifestamos sobre esse comportamento que parece doentio, se referindo à classe dos Delegados de Polícia.
Por onde passou Ivanildo Alves o fez de forma apagada, seja como vereador, deputado e secretário de Segurança Pública.
Não se reelegeu porque ficou desacreditado por seus eleitores, a grande maioria praças e oficias da PM, que se decepcionaram com seu desempenho pois esqueceu seus eleitores tão logo assumiu.
Como titular da Segup era como a “rainha Elizaberth”, reinava, mas não governava, apenas como figura decorativa, pois quem dava as cartas era o então secretário especial de Defesa Social, saindo dali para a Ctbel fazendo também uma gestão apagada.
Foi sintomático o objetivo de suas referências ao delegado João Moraes em sua coluna, fazendo uma alusão ao desempenho das entidades classistas da Polícia Civil que tem Moraes como presidente do Sindicato dos Delegados, para mais adiante dizer que este obteve 4 votos nas prévias do PT. Não foram 4, foram 20! E nem foram 9.000 eleitores, mas apenas 3.000.
Mas, seja qual tenha sido o número de votos, foram num contexto em que prevaleceu a manipulação, o chamado voto de curral, a força do capital e outros ingredientes que não se coadunam com o socialismo pregado pelo partido.
Parece que os chás ou xás (na grafia do escritor Ivanildo Alves) que ele ingeriu devem ter agido como alucinógeno em sua pobre cabeça.




quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

VITÓRIA NA 1ª BATALHA

Depois de meses e meses de incansáveis batalhas, esforços demasiadamente desgastantes para as representações classistas e nossos companheiros associados, eis que no dia de hoje (25 de janeiro de 2012) conseguimos o início de nossa vitória nesta verdadeira guerra pela reconquista de nossos direitos como profissionais das carreiras jurídicas, inseridos na segurança "pública".

Devemos porém ressaltar que o governo, mesmo muito atrasado em suas ações para com a nossa classe, se mostrou cooperativo e entendeu que o solicitado nada mais era que o resgate da dignidade de todos os nossos companheiros.

O nosso sentimento é de extremo orgulho com esta conquista, pois isso é a demonstração de que o voto de confiança a nós depositados foi e sempre será honrado com batalhas que em muitos momentos nos parece intermináveis, mais que mesmo assim não nos deixou abater o espírito e nos fez caminhar para o seu desfecho que hoje se inicia de forma positiva.

Viva aos Delegados do Estado do Pará... Porque já dizia aquela frase: "Que neste país é no norte é que se encontram os fortes" e unidos essa categoria sempre será forte.

domingo, 22 de janeiro de 2012



A festa da democracia


Como já veiculado, a eleição da Adepol-PA foi uma festa.
Eis alguns registros fotográficos desse evento histórico:


Após declarado o resultado, integrantes das duas chapas concorrentes posam para a posteridade


Três mulheres compuseram a Comissão Eleitoral - Luzia, Maria e Indira. Ao lado os fiscais das chapas











Lição de união, luta e esperança



Recebemos de um colega, a mensagem abaixo transcrita, no e-mail da chapa “UNIÃO & LUTA”, na qual ele expressa sua confiança no trabalho dos colegas que a integram e a esperança no futuro próximo. Vale a pena ler a mensagem que centenas dos colegas a receberam também. Leia a mensagem com pequena edição, sem alterar seu conteúdo, sua essência, adaptando da linguagem eletrônica à formal linguística:


“Boa Tarde Vencedores,

Acho que vencedores somos todos nós colegas, que nos dispusemos a promover o debate; agora que se desfaçam as diferenças e se aglutinem num só sentimento de UNIÃO E LUTA pela categoria dos DELEGADOS QUE PRECISA URGENTEMENTE DE VALORIZAÇÃO E, LOGICAMENTE, AUMENTO SALARIAL!!!

Espero que os colegas exerçam a representatividade obtida com responsabilidade e COMPROMISSO com os colegas DPC(S), buscando sempre o que for realmente almejado pela categoria, clamando também aos colegas para seguir o show de união e perseverança dos com irmãos PM(s), que não se moveram até sob chuva.

Enfim, que se aproveite o momento favorável à segurança pública para auferirmos tudo o que for possível para compensar o esquecimento da carreira que seguimos por sacerdócio, como doadores universais do que mais se espera de um funcionário público: resultado e proximidade com os seus.



O esperançoso”.

sábado, 21 de janeiro de 2012

Compare.

Governo Jatene recua, greve da polícia é suspensa, mas tudo indica que movimento vai continuar

O governo Jatene recuou, como todos sabíamos que recuaria.
Foram mais de 10 horas de pressão, ao som do hino do Pará, com o que Polícia Militar e Corpo de Bombeiros conseguiram perturbar o Governo. 
Porém, se a greve terminou, a tensão continua, porque a categoria continua insatisfeita.
Quando se compara os ganhos obtidos com a negociação pelas polícias do Pará e do Ceará, percebe-se porque, no Pará, a categoria continua insatisfeita.
O reajuste salarial concedido é insuficiente. As vantagens ficam aquém das que foram concedidas à segurança pública do Ceará. 
Todos sabemos que não deixa de ser uma vitória do movimento sobre um governo que não pretendia conceder nada à categoria. 
Uma vitória que fortalece a reivindicação dos delegados paraenses, que se reunirão com o Governo Jatene na próxima segunda-feira. Uma reunião que Jatene já adiou por 12 vezes.
Uma vitória que fortalece a categoria para avançar nas negociações.
Ou seja: as coisas ainda não estão em paz. Nos quartéis, há quem preveja um novo movimento de greve.
O hino do Pará, ao que parece, vai continuar azucrinando os ouvidos sensíveis do Governo Jatene.

Para comparar o resultado das negociações do Pará com as do Ceará:

No Pará:
  • reajustes que variam de 18% a 26% aos salários;
  • intersídio de 5% para os praças;
  • ganho de 70% sobre a gratificação de risco de vida
  • ganho real de 7%.
Não atendido no Pará:
  • alteração do prazo de implantação da jornada de trabalho para 40 horas semanais; 
  • adicional de interiorização;
  • auxílio fardamento para cabos e soldados;
  • mais 30% na gratificação por risco de vida. 
No Ceará:
  • anistia a todos os policiais e bombeiros militares que participaram do movimento, livrando-os de qualquer processo disciplinar e administrativo;
  • incorporação definitiva nos salários de toda a tropa da PM e dos Bombeiros da gratificação no valor atual de R$ 920,18, que vinha sendo paga somente aos PMs que trabalham no turno C (das 6 às 22 horas). 
  • desse modo, o salário de um soldado (posto mais baixo da corporação) será de R$ 2.634,00; 
  • retroatividade doas vantagens no vencimento ao dia 1º de janeiro de 2012;
  • reajuste no valor do vale-refeição para policiais e bombeiros, que será de R$ 224,00 por mês. 
  • os ganhos estabelecidos no acordo serão estendidos aos inativos e pensionistas das duas corporações militares.

Governo atrasa.

A verdade sobre a greve PM/BM (01): Governo desrespeita os militares estaduais e se atrasa 07 horas para negociar

No dia 18, quarta-feira, os militares se reuniram na Avenida Pedro Miranda, em frente a sede da Associação dos Militares da Reserva – ASPOMIRE para decidir se deflagrariam ou não a greve. Nesta oportunidade, foi informado pelos pseudo-representantes dos militares que o Governador do Estado receberia uma comissão, às 09 horas do dia seguinte (19), no Centro Integrado de Governo (CIG), para negociar com categoria.
No dia 19, quinta-feira, às 09:00 h, milhares de militares compareceram ao CIG para acompanhar as negociações, porém somente às 16:00 h os representantes do governo compareceram ao local, pressionados pela informação de que às 17 horas a greve seria iniciada se ninguém comparecesse para negociar com a categoria.   
Somente 07 horas depois do horário marcado os representantes do governo compareceram ao CIG para negociar, demonstrando enorme desrespeito com os militares (MAIS DE DOIS MIL) que se aglomeraram na Av. Nazaré, Centro de Belém.      
Fonte: http://blogdoluisxiv.blogspot.com/2012/01/verdade-sobre-greve-pmbm-01-governo.html

Essa história ainda não está resolvida!

A verdade sobre a greve PM/BM (02): Comissão decide contra os interesses dos militares

Apesar de os jornais locais (que nunca foram confiáveis) alardearem que a “catiguria” policial e bombeiro militar aceitou a proposta do governo e cancelou a greve, a verdade é que somente um grupo de pseudo-sindicalistas, à revelia dos militares estaduais, aceitou o acordo.

Sargento Hélio, Sargento Haelton, Cabo Rosiclei e outros, que se auto-intitularam representantes dos militares paraenses, fecharam acordo com o governo apesar de os milhares de policiais e bombeiros, que estavam em frente ao CIG, NÃO terem aceitado a ridícula proposta de reajuste oferecida pelo Governo Estadual.

Hélio chegou ao cúmulo de apelar para o cansaço dos militares, que estavam há mais de 10 horas em frente ao CIG, para tentar convencê-los a aceitar os termos da negociação. Afirmou que ali todos estavam passando fome e correndo o risco de serem admoestados disciplinarmente pelo comando da PM, logo deviam aceitar o acordo.

Como os militares não concordaram com os termos da proposta, Hélio e os outros "representantes" ignoraram os seus colegas de farda e, desrespeitando a vontade da tropa, fechou com o governo do Estado.

Hoje a tropa se refere aos pseudo-representantes como “VENDIDOS”, afinal é inconcebível que aquele que representa alguém decida algo em desacordo com a vontade do representado.